Após o fim da paralisação dos caminhoneiros, que causou uma crise no abastecimento de combustíveis em todo o país, os postos de Timbó voltam, aos poucos, a atender a população. Diante da situação, e para garantir a proteção dos direitos do consumidor, o Procon de Timbó emitiu esta semana um ofício com recomendações aos postos de combustível da cidade. Entre as recomendações estão o limite de venda de 30 litros de combustível por carro e 10 litros por moto. De acordo com Osvaldo Roberto Brodwolf, coordenador geral do Procon de Timbó, a medida não é obrigatória e tem como objetivo possibilitar que todos os consumidores possam ser beneficiados com o fracionamento do combustível.

“O fracionamento não é uma determinação ou imposição. Nós orientamos dessa forma para que haja produto para o maior número de consumidores, mas a decisão de adotar as sugestões fica a cargo dos comerciantes”, destacou. Brodwolf explica que alguns postos estão seguindo suas próprias políticas, enquanto outros estipularam valores limite por cliente e veículo. “Muitos postos adotaram o valor limite de R$ 100 por tanque, por exemplo, até para facilitar o troco”, comentou. A previsão é de que os serviços sejam regularizados no início da próxima semana.

Galões

O abastecimento de galões de combustível também tem gerado dúvidas e discussões. Brodwolf ressalta que cabe ao posto determinar a possibilidade da venda avulsa do produto, observando, entretanto, as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para os recipientes.  A recomendação, de acordo com o coordenador, é cautela. “Pedimos à população de Timbó que tenha um pouco de cautela, que a situação vai se normalizar nos próximos dias”.

Monitoramento

O Procon de Timbó realiza, desde o dia 21 de maio, o monitoramento  dos preços praticados pelos 10 postos de combustível da cidade, durante a paralisação dos caminhoneiros. Após a retomada do abastecimento no município, na última quarta, dia 30, o Procon destaca que os estabelecimentos estão mantendo os preços dos combustíveis e respeitando o Código de Defesa do Consumidor, CDC. “Mesmo após o fim da paralisação, nós vamos continuar atuando, indo às ruas, até pra poder se informar e trabalhar de uma forma técnica e correta”, pontuou Brodwolf. Cabe à população, de acordo com ele, ajudar o Procon a fiscalizar os preços praticados pelos comércios da cidade, e usar do bom senso na aquisição de produtos que sejam de real necessidade. “Pedimos a toda a comunidade que caso perceba qualquer irregularidade ou prática abusiva nos valores cobrados por comércios e serviços, acione o Procon, pelo telefone 3399-0574”.

Assessoria de Comunicação

Foto: Fábio Ferrari

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