Assim como qualquer outra peça de roupa, a máscara se tornou um item indispensável no dia-a-dia. Descontraídas ou sóbrias, as máscaras de uso não profissional, também conhecidas como “caseiras”, mudaram feições e paisagens urbanas mundo afora. Porém, é preciso cuidar na hora de escolhê-la, garantindo que a peça tenha eficácia e mantenha a pessoa protegida.

Conforme o manual “Orientações Gerais – Máscaras faciais de uso não profissional”, do Ministério da Saúde, o efeito protetor das máscaras é criado por meio da combinação do potencial de bloqueio da transmissão das gotículas de saliva, do ajuste e do vazamento de ar relacionado à máscara, e do grau de aderência ao uso e descarte adequados da mesma.

“Mesmo pessoas preocupadas com a saúde escorregam em falhas e, desse modo, o risco de contaminação aumenta. A máscara deve ser devidamente ajustada no rosto, cobrindo queixo, boca e nariz. Também é importante que ela esteja seca e seja feita de materiais adequados, sendo mais confortável e deixando que a pessoa respire normalmente”, destaca o coordenador da Vigilância Sanitária de Timbó, Carlos Bras Busarello.

Assessora: Aline Brehmer/Ascom PMT

Arte: PMT

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